A vida cultural na Costa do Marfim, também chamada de Costa do Marfim (Côte d’Ivoire), combina práticas herdadas com condições sociais, políticas e econômicas em mudança. O registro de nascimento, a escolarização, o trabalho, a vida adulta, a parentalidade, o envelhecimento e os cuidados moldam as etapas da vida. As sociedades pré-coloniais, o domínio colonial francês, a independência em 1960, a economia do cacau e as crises de 1999 a 2011 continuam fazendo parte do contexto histórico do país. A arte inclui música, literatura, cinema, artes visuais, apresentações ao vivo, arquitetura, design, fotografia e criação digital. A formação, os festivais, os museus, as galerias, as editoras e os projetos audiovisuais seguem diferentes formas de acesso e financiamento. Instituições como o Ministério da Cultura e da Francofonia (Ministère de la Culture et de la Francophonie), a entidade cultural (INSAAC), a entidade de direitos (BURIDA), a entidade audiovisual (Côte d’Ivoire Cinéma), o fundo cultural (FONSIC), o evento cultural (MASA) e a entidade de preservação (BNCI) têm funções diferentes na educação cultural, na criação, nos direitos, no financiamento, na distribuição ou na preservação. A Costa do Marfim é uma república secular sem religião oficial. Comunidades muçulmanas e cristãs, pessoas sem religião e crenças indígenas fazem parte do panorama religioso, enquanto a liberdade religiosa e o culto são protegidos por lei. O francês é a língua oficial do Estado e é usado na administração, no direito, nos documentos públicos e na educação nacional. Cerca de 60 línguas locais continuam importantes nas famílias, nas comunidades, nas culturas regionais e em partes da mídia. A língua Dioula ou a língua Malinké é especialmente importante nas áreas do norte e no comércio, enquanto a variedade Nouchi influencia fortemente a juventude urbana e a cultura popular. As tradições incluem a transmissão familiar, cerimônias comunitárias, vestuário, música, dança, conhecimentos alimentares e artesanato. Sua forma varia entre comunidades étnicas, regiões, línguas, religiões e ambientes urbanos. Festivais, aprendizagens e responsáveis locais ajudam a transmitir as práticas, permitindo também que elas se adaptem. A convivência cotidiana depende de práticas de bairro, de aldeia e comunitárias, de regras formais e da mediação local. Por isso, o diálogo, a conduta cívica e a gestão pacífica de conflitos estão ligados à vida cultural, embora a instituição responsável varie conforme a questão e o local.
Cultura na Costa do Marfim
A cultura na Costa do Marfim inclui etapas da vida, história, arte, religião, línguas, tradições e formas de convivência. Essas áreas se sobrepõem: a língua influencia a vida comunitária, a prática religiosa pode moldar cerimônias e as mudanças históricas afetam instituições, identidades e expressões artísticas. As práticas culturais variam conforme a região, a comunidade, a língua, a religião, a urbanização e o acesso a instituições formais.
Dica
Trate a cultura na Costa do Marfim como algo local e específico de cada situação, e não como um único sistema nacional uniforme. Identifique a região, a comunidade, a língua, o contexto religioso e o nível de urbanização relevantes antes de decidir como participar, comunicar-se ou buscar apoio. Separe as práticas comunitárias das instituições formais, pois elas podem envolver contatos, formas de acesso e responsabilidades diferentes.

