As pessoas, as habitações, as estradas e os serviços essenciais concentram-se ao longo das costas e perto dos rios, o que aumenta a exposição a chuvas intensas, tempestades ou inundações costeiras. As infraestruturas de proteção e os dados de emergência continuam limitados. O Serviço Nacional de Protecção Civil e Bombeiros coordena a resposta formal a catástrofes com as autoridades locais, a polícia, as forças armadas, os serviços de saúde e as organizações humanitárias. Os níveis de criminalidade são geralmente baixos, mas continuam a ser necessárias precauções normais em locais movimentados, zonas remotas e depois de escurecer. A Polícia Nacional (PN) responde inicialmente às infrações comunicadas, enquanto a Polícia Judiciária (PJ) investiga os casos graves e complexos. O planeamento da segurança deve, portanto, distinguir entre riscos meteorológicos e do terreno, que podem perturbar as deslocações e os serviços, e riscos criminais, que variam consoante o isolamento, a hora e o que rodeia o local.
Segurança em São Tomé e Príncipe
A segurança em São Tomé e Príncipe depende sobretudo da exposição a riscos naturais e dos riscos de criminalidade específicos de cada local. Chuvas intensas podem causar inundações, deslizamentos de terras, inundações costeiras e erosão, enquanto o furto, o roubo em residências, o carteirismo e o assalto à mão armada são as principais preocupações quotidianas relacionadas com a criminalidade. O risco é maior perto de estradas isoladas, praias, rios e outras zonas remotas, sobretudo à noite.
Dica
Trate a segurança em São Tomé e Príncipe como duas questões distintas de planeamento: o tempo e o terreno podem perturbar rotas e serviços, enquanto o risco de criminalidade aumenta sobretudo com o isolamento e a escuridão. Escolha rotas e atividades que reduzam a exposição e mantenha um plano de resposta simples tanto para emergências meteorológicas como para incidentes criminais.

