O Estado é formado pelas instituições públicas que exercem autoridade nos termos da lei norueguesa. O Storting, o parlamento nacional da Noruega, aprova leis, aprova o orçamento nacional e supervisiona o governo. O governo dirige a administração nacional e desenvolve políticas dentro dos poderes que lhe são atribuídos pela Constituição e pela legislação. Os tribunais independentes decidem disputas jurídicas e aplicam a lei a casos individuais. O governo local acrescenta um segundo nível de tomada de decisões políticas. Os conselhos municipais tratam de assuntos locais, como escolas, planejamento e serviços municipais, enquanto os conselhos dos condados têm responsabilidades que podem incluir o ensino secundário superior, o transporte público e o desenvolvimento regional. Seus poderes e deveres são exercidos dentro dos limites das leis nacionais e dos recursos públicos disponíveis. As eleições ligam os eleitores a essas instituições. Nas eleições nacionais, são escolhidos representantes para o Storting; nas eleições locais, são escolhidos representantes municipais e dos condados. A Noruega usa principalmente a representação proporcional, que distribui as cadeiras, em linhas gerais, de acordo com o apoio recebido pelos partidos. Por isso, as eleições nacionais e locais influenciam decisões diferentes, mesmo quando os mesmos partidos participam nos dois níveis. Os partidos podem precisar cooperar com outros para formar ou manter uma maioria governamental.
Política na Noruega
A política na Noruega determina como a autoridade pública é organizada, exercida e controlada. A Noruega é uma monarquia constitucional e uma democracia parlamentar: o monarca tem um papel constitucional formal, enquanto o governo precisa manter a confiança do Storting, o parlamento nacional da Noruega. O Estado inclui instituições nacionais, tribunais independentes e autoridades locais eleitas. Nas eleições, os eleitores escolhem representantes que influenciam decisões nacionais e locais.
Dica
Use o nível de governo responsável pela decisão como primeiro critério prático. Questões nacionais competem ao Storting e ao governo; escolas, planejamento e serviços municipais geralmente são assuntos do município, enquanto o ensino secundário superior, o transporte público e o desenvolvimento regional cabem às autoridades do condado. Como a representação proporcional pode exigir cooperação entre partidos, avalie os resultados eleitorais considerando as cadeiras e a cooperação necessárias para aprovar decisões, e não apenas a proporção de votos.

