No Mali, as línguas nacionais são línguas com raízes locais, reconhecidas na política linguística e na vida pública. A Constituição de 22 de julho de 2023 declara que as línguas nacionais são línguas oficiais e que o francês é a língua de trabalho; o Estado pode designar outras línguas de trabalho. Uma lei adotada pelo Conseil national de transition em 24 de abril de 2025 parece desenvolver este quadro, mas as provas disponíveis não permitiram verificar por completo a sua promulgação oficial nem a aplicação em todo o país. Uma lei de 1996 identifica um grupo central de 13 línguas nacionais, incluindo bamanankan, bomu, bozo, dogoso, fulfulde, hasanya, mamara, maninkakan, soninke, sogoy, syenara, tamasayt e xaasongaxanKo. A alteração jurídica de 2025 parece alargar o quadro para além de uma lista fixa; por isso, estas 13 línguas não devem ser tratadas como um inventário linguístico exaustivo. As fontes oficiais também usam nomes paralelos, como bambara, bobo, dogon, peul, maure, miniyanka, maninka, sarakolé, songhoï, sénoufo, tamasheq e khassonké.
Línguas no Mali
O Mali tem várias línguas nacionais além do francês, que continua a ser a língua de trabalho. O bamanankan, também chamado bambara, é a língua materna mais frequentemente indicada, enquanto o fulfulde, o maninka, o soninké, o songhoy, o hassaniya, o khassonké, o tamasheq, as línguas dogon e outras têm forte importância regional ou comunitária. A Constituição de 2023 atribui estatuto oficial às línguas nacionais, mas as provas disponíveis em 2026 não permitiram verificar por completo a transição jurídica e administrativa em detalhe. A escolha da língua influencia a administração, a educação, a alfabetização, o acesso aos meios de comunicação, a vida cultural e a participação.
Dica
Considere a escolha da língua no Mali como uma decisão que depende da localidade, da instituição e da finalidade, e não de uma única regra nacional. Confirme que língua e formato de documento a instituição responsável aceita; não presuma que o estatuto oficial garante tradução ou interpretação. Na educação, na informação pública e na participação cívica, combine a língua nacional pertinente com o francês quando isso reduzir o risco de mal-entendidos.

