O lado estatal da política em Madagascar inclui instituições nacionais, ministérios, finanças públicas, órgãos de fiscalização, serviços de segurança e autoridades territoriais. A administração pública conecta as pessoas ao Estado por meio de ministérios, prefeituras, distritos, comunas e unidades administrativas locais (fokontany). O lado eleitoral escolhe o Presidente, os membros da Assembleia Nacional, o Senado e os representantes territoriais. A CENI organiza as eleições, enquanto os tribunais analisam as disputas de acordo com o tipo de eleição. Para votar, é necessário ter cidadania malgaxe, 18 anos ou mais, direitos civis e políticos, inscrição no cadastro eleitoral e verificação de identidade na seção de votação. Essas duas áreas estão ligadas: as instituições do Estado exercem a autoridade pública, enquanto as eleições determinam quem recebe mandatos constitucionais e territoriais. A situação constitucional atual também deve ser analisada juntamente com a transição iniciada depois de a Alta Corte Constitucional constatar uma vacância presidencial em 14 de outubro de 2025.
Política em Madagascar
A política em Madagascar abrange a ordem constitucional, as instituições do Estado, a administração territorial e as eleições. Uma república unitária tem uma única estrutura estatal nacional, enquanto uma república secular não baseia a autoridade do Estado em uma religião. O quadro constitucional de Madagascar reconhece o malgaxe e o francês como línguas oficiais. A transição que se seguiu à constatação da Alta Corte Constitucional de uma vacância presidencial em 14 de outubro de 2025 ainda não substituiu esse quadro por uma Quinta República documentada.
Dica
Comece pelo lado estatal quando sua dúvida envolver uma autoridade pública, um serviço ou um órgão territorial, e use o lado eleitoral quando envolver votação, mandatos eletivos ou disputas eleitorais. Como Madagascar está sob uma transição, não se baseie apenas em um rótulo constitucional para identificar a instituição atualmente responsável por uma ação.

