Povos indígenas, incluindo comunidades Lokono e Kalina, viviam na região muito antes da colonização europeia. Assentamentos holandeses se desenvolveram ao longo dos rios Essequibo, Demerara e Berbice durante o século XVII, e a Grã-Bretanha assumiu o controle no início do século XIX. O território passou a ser conhecido como Guiana Britânica, e sua economia de plantations dependia primeiro do trabalho de africanos escravizados. A escravidão terminou em 1834, enquanto o sistema de aprendizagem forçada continuou até 1838. Em seguida, proprietários de plantations recrutaram trabalhadores contratados, sobretudo da Índia, além de migrantes de Portugal e da China. Essas migrações criaram comunidades culturais, religiosas e políticas duradouras. A Guiana tornou-se independente do Reino Unido em 26 de maio de 1966 e tornou-se uma república em 23 de fevereiro de 1970. Sua história posterior inclui debates sobre representação política, relações étnicas, desenvolvimento econômico, reivindicações territoriais e gestão das receitas do petróleo offshore.
História da Guiana
A história da Guiana foi marcada pelas sociedades indígenas, pelo domínio colonial holandês e britânico, pela escravidão nas plantações, pela migração e pela luta pelo autogoverno. A independência chegou em 1966, seguida pela criação de uma república em 1970. A diversidade da população do país reflete esses períodos sucessivos.
Dica
Use a história da Guiana como uma linha do tempo para compreender a sociedade, a política ou os debates econômicos atuais. Separe a história indígena, o domínio holandês e britânico, a escravidão, a migração contratada, a independência e os acontecimentos posteriores, em vez de tratá-los como um único período. Dê atenção especial a quais experiências e interesses cada relato histórico representa.

